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Exposição “Ode a Superficialidade” no Projeto Calenarte do Sesc

O Serviço Social do Comercio – Sesc no Acre apresenta no Salão de Exposições do Sesc centro dentro do projeto Calenarte a exposição fotografia “Ode a Superficialidade” crônicas visuais  dos artistas plásticos Dalmir Ferreira e Danilo de S’Acre. A exposição fica aberta ao publico até o dia 20 de agosto.
O projeto Calenarte foi criado pelo Sesc para difundir as artes plásticas e criar oportunidades aos artistas locais profissionais e amadores de exporem seus trabalhos contribuindo para divulgação valorização e difusão das artes plásticas em nosso estado.
Dando acesso a nossa clientela e comunidade em geral as artes plásticas, possibilitando a rede publica de ensino estimular seus alunos a frequentar o salão de exposição contribuindo para seu aprendizado, desenvolvimento e fomentando o estudo sobre as artes plásticas.

Sobre os Artistas
Dalmir é um ativista em diversas áreas das artes, herdeiro do gosto do pai pela fotografia, cedo se torna amante dessa prática, ainda em pleno estágio analógico, exigindo um contato com os recursos da câmera e do laboratório, além de cursos, oficinas e leituras sobre a fotografia. Consolida em seus repetidos exercícios, um gosto pelo ambiente fechado, de luz natural ou controlada, com preferência não exclusivista pelo preto e branco.
Danilo um pouco mais tardio, desperta para a fotografia, mas com um olhar não menos aguçado, em terras do velho mundo, onde não só é surpreendido como surpreende aos que o rodeiam, mostrando através de sua construção estética, uma competência inata para o registro personalizado do mundo ao redor. Mas sua opção principal é pelas tomadas externas, a natureza, a cidade e as diversas possibilidades que se oferecem ao voyeur.

Sobre suas artes
Ambos nativos e procedentes da zona rural, chegam a Rio Branco quase ao final da década de 60, e ainda ginasianos assumem suas artes, antes mesmo das grandes mudanças que estavam se operando. No decorrer da década de 70, seus caminhos se cruzam em breves encontros, distanciados por viagens e mudanças que se estenderão até meados dos anos 90, quando retomam o diálogo e a militância nas artes em Rio Branco.
A presente exposição representa, portanto, a continuidade de um colóquio no campo das artes, desses dois velhos parceiros: embora sendo primeira no campo da fotografia, não significa que começaram a fotografar agora, ao contrário, indica o quanto ficaram impedidos de compartilhar com o público, seus exercícios que de tantos olhares necessitam. A postura de introversão de um, e extroversão de outro, que se delineiam nessa exposição, são apenas artifícios de que se valem, para elogiar o mundo em que vivem e veem.

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